Juliana Starosky

Juliana Starosky

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Nova carreira é opção para aposentados


11/03/2016
Por PREVI

Para alguns profissionais, a volta ou a permanência no mercado de trabalho na aposentadoria é uma realidade, seja por necessidade, seja por opção. E essa tendência é comprovada pelos números: entre 2009 e 2014, o percentual de aposentados que voltou à ativa saltou de 20 para 25%, segundo levantamento do Instituto Somatório.

Profissionais já aposentados ou que estão a caminho da aposentadoria e pretendem fazer parte dessa estatística devem se preparar o quanto antes, para que consigam se estabelecer em uma nova carreira adequada a seu perfil profissional.

Segundo a especialista em recrutamento Juliana Starosky, diretora da Starosky Consultoria de Recursos Humanos, em São Paulo (SP), os anos de experiência de profissionais que já se aposentaram podem ser muito importantes para o desenvolvimento das empresas. Por isso, é preciso estar no lugar certo e na hora certa.

“Até mesmo empresas startups podem precisar de profissionais aposentados, que tragam uma experiência. É essencial manter uma boa rede de contatos, pois cerca de 80% das recolocações acontecem a partir do networking. Por isso, a recomendação é manter o currículo sempre atualizado em sites como o LinkedIn, afirma.

Segundo Juliana, é normal haver algum tipo de receio na hora de buscar recolocação, já que muitas empresas atualmente têm adotado uma postura de juniorização, ou seja, buscar profissionais mais jovens, que geralmente custam menos. Entretanto, é possível ir contra essa tendência.

“O profissional precisa estar motivado, deve acreditar no próprio potencial. Depois de trabalhar por tantos anos, ele tem muito a contribuir e deve deixar isso claro. Uma pessoa que trabalhou no mercado financeiro, por exemplo, pode prestar consultoria a pequenas e médias empresas sobre investimentos. Muitas vezes essas empresas não têm condição de contratar uma grande consultoria e essa é uma oportunidade”, sugere.

O consultor organizacional Sergio Fuhrmann, que tem experiência em grandes empresas e no poder público, além de ter sido vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, afirma que um passo importante é fazer uma avaliação concreta para saber qual exatamente é o novo objetivo profissional.

“Em minha empresa atuamos com consultoria específica para pessoas aposentadas. Algumas nos contratam pois precisam de um complemento de renda. Outras querem ter novos desafios e mudar a rotina. Por conta das condições do mercado pode ser difícil elas voltarem a ser empregadas, mas podem se tornar sócias de empresas, consultoras ou prestadoras de serviços”, sugere. Para isso, porém, a preparação é essencial.

“Mesmo se a pessoa não tem o interesse ou a necessidade de se dedicar a um novo trabalho, a aposentadoria deve ser programada com antecedência. Hoje em dia algumas empresas já oferecem isso para seus profissionais. Se não é o caso ele deve buscar por conta própria”, complementa.

Fonte: Previ
http://www.previ.com.br/sala-do-participante/saude-bem-estar/variedades/detalhes-82.htm

Recomendação de Leitura - "Pare de se sabotar e dê a volta por cima" de Flip Flippen



Qual o seu legado em sua carreira?


Bem-formada, nova geração chega mal-educada às empresas, diz filósofo


Hoje me chamou atenção a matéria abaixo, então compartilho um pouco sobre ela e depois faço meu parecer... 
Juliana Starosky

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Ingrid Fagundez Da BBC Brasil em São Paulo
25 agosto 2016

Segunda-feira, seis da manhã. O despertador toca e você não quer sair da cama. Está cansado? Ou não vê sentido no que faz?

Na introdução de seu novo livro, o filósofo e escritor Mario Sergio Cortella coloca em poucas palavras o questionamento central da obra Por que fazemos o que fazemos?. Lançada em julho, ela trata da busca por um propósito no trabalho, uma das maiores aflições contemporâneas.

Em entrevista à BBC Brasil, Cortella, também doutor em Educação e professor, fala como um mundo de múltiplas possibilidades levou as pessoas a negarem ser apenas uma peça na engrenagem.

O filósofo explica como a combinação de um cenário imediatista, anos de bonança e pais protetores fez com que a "busca por propósito" dos jovens seja muitas vezes incompatível com a realidade.

"No dia a dia, eles se colocam como alguém que vai ter um grande legado, mas ficam imaginando o legado como algo imediato."

Leia matéria completa: http://www.bbc.com/portuguese/geral-36959932

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Debatendo a matéria

Por Juliana Starosky

O que penso é que não se trata apenas dessa geração o imediatismo e a falta de tolerância à frustração. Tenho um filho de 4 anos e vejo como ele exige que tudo seja feito imediatamente e como mãe tenho em minhas mãos o desafio de dizer à ele que "nem tudo gira em torno de seu umbigo" que também preciso de tempo para mim e que ele precisa saber esperar eu terminar o meu café ou atender à uma ligação.

Mas, tendo entrevistado diversos profissionais e acompanhado a carreira de diversos outros, vejo que não se trata apenas de uma geração e sim de um modelo de comportamento que alguns adotaram na infância e levam até hoje na vida profissional e pessoal. 

O que eles fazem? Fazem birra dentro das empresas, quando algo não esta de acordo com o que desejam, tem baixa tolerância à frustração à mudanças. Exatamente isso, quando o novo chega e gera desconforto só faltam se jogar no chão e espernear como crianças de 4 anos quando lhes tiram o brinquedo. 

Mas o que é isso? A falta de inteligência emocional, a falta do autoconhecimento e entender que crescer e conviver com outras pessoas é ter que se superar a cada dia. É entender que nem tudo será como desejamos e teremos "líderes" fáceis e outros nem tanto. E que não podemos demitir eles, mas podemos tentar trabalhar com eles. Mas, como? Você conhece aquele livro - "Como trabalhar para um idiota?" Compre ele, talvez ele tenha a receita de bolo que procura.

Sinceramente, eu não sei. Para cada pessoa, algo faz sentido descubra o que faz sentido para você, ler um livro, ver um filme, falar com alguém mais experiente, fazer terapia, fazer coaching (o que não é terapia, claro mas muitos Coachs estão se julgando psicólogos). Fiquei pensando, porque gastei tanto $ e tempo fazendo faculdade de psicologia, se eu soubesse que esse Coaching viria para revolucionar o modelo de atendimento à pessoas, teria feito apenas algumas semanas e teria "descoberto a cura para o mal da civilização". 

Você quer crescer profissionalmente e pessoalmente? Então, realmente CRESÇA e AMADUREÇA, pare de fazer birra e se colocando no papel de vítima porque isso não irá levar você à lugar algum. Pare, respire, conte até 10 e seja inteligente emocionalmente. Não tente ser perfeccionista, porque isso nos faz sofrer, mas sempre procure dar o seu melhor.

Quando eu comecei meu estágio em psicologia, queria muito aprender sobre Hunting e trabalhei em um local que tinha que tolerar e engolir "sapos" de pessoas que se julgavam perfeitas. A questão era que, eu realmente queria aprender mais sobre a profissão e isso tudo me ajudou, a crescer. Você deve estar se perguntando, se sou perfeita. Eu lhe respondo: Não! e acho fantástico isso, porque se eu fosse perfeita, pediria para desligarem a máquina do meu respirador. O bom da vida é estar em constante movimento, se transformando e se reinventado. 

Quando você culpa o mundo, seus pais, seus irmãos, seus líderes, seus colegas de trabalho, ou sei lá o buraco que furou o pneu de seu carro no caminho do trabalho. Você não esta pensando de forma madura, você esta usando um padrão de comportamento limitador que não irá te levar à lugar algum.

Espero de alguma forma, verdadeiramente ter tocado seu coração para que tenha tido algum insight e proporcionado crescimento profissional e pessoal.

Grande abraço,

Juliana Starosky
www.staroskyconsultoria.com.br 
Tags: autodesenvolvimento  - coaching - executive search - carreira - starosky consultoria rh - hunting

segunda-feira, 25 de abril de 2016

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