terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Você realmente quer ser um CEO?



Um certo dia, recebo a ligação de um jovem talento na função de Coordenação e muito motivado porque sua meta em Coaching era, ser CEO em sua empresa.
Claro, respondi ao jovem talento: Vamos tentar entender quais são os desafios que um CEO enfrenta diariamente e competências técnicas e comportamentais que ele necessita possuir, para entendermos o que você precisa desenvolver em sua vida e carreira. Do outro lado do telefone, um silêncio impera.
Todos nós queremos algo na vida, seja a família perfeita o emprego perfeito. Mas, quando traçamos o que é necessário ser feito, o chamado “ir para ação”, surge um descontentamento e talvez até um “choque com a realidade”. Eu preciso fazer algo? Será que não dá para pagar alguém, e essa pessoa joga uma poção mágica em mim e tudo acontece da noite para o dia?
O que esse profissional citado acima, talvez se deu conta é que ele tem uma série de ações para fazer, antes de se tornar um CEO e isso realmente dá muito trabalho e depende mais de nós mesmos do que dos demais envolvidos. Um Coach de Carreira, irá através de um processo/metodologia cientificamente ética e testada, direcionar o profissional em seu caminho e cabe ao profissional, seguir ou não.
Você já ouviu a história de sucesso de grandes talentos no meio corporativo, bem como celebridades de cinema, música, não é mesmo? Então, mas você só tem consciência do sucesso, e quer ter esse sucesso. Mas, não se dedica e não quer ter todo trabalho que essas pessoas tiveram para chegar até lá.
Logicamente, existem casos que profissionais tem mais facilidades porque nasceram em “berço de ouro”, entretanto não são a maioria. Acreditar que todos que estão onde desejam, são pessoas politicamente ruins ou passaram a perna em alguém para conseguir, é dar uma desculpa para si mesmo para que você não vá para ação. E assim, os anos passam rapidamente e quando se dá conta, você não fez nada. Pelo menos, nada do que desejou fazer.
Caro amigo, não existe receita de bolo ou fórmula mágica. Pare de acreditar em dicas fabulosas que aparecem por aí, cada ser humano é único e tem sua história de vida. É necessário entender o motivo de sua autosabotagem e saber quais são os ganhos que se tem, jogando a culpa no mundo ao invés de pelo menos tentar diversas vezes e não desistir de seus sonhos. Pense comigo, se fosse fácil todos fariam, não é mesmo?
Então, porque admiramos os super heróis na infância? Porque eles são ousados, assumem riscos e tentam vencer uma luta. Eles são pessoas comuns, que ganham superpoderes para lutar por seu propósito. E lá no fundo, é isso que todos nós queremos. Queremos vencer nossos “medos” e buscar vencer a luta que pode ser externa ou interna, diariamente.
Um CEO, assim como qualquer outro cargo de liderança pode ter percorrido um caminho muito mais turbulento do que você imagina, e será que lá no fundo você esta disposto a pagar o preço para estar no cargo que tenha que abdicar, muitas vezes de sua família? Busque conhecer seus valores e anote em um papel, o que você quer e trace um plano racional para como chegar onde deseja, tenha consciência de que um sonho é fantástico, mas ele precisa ser palpável, caso contrário você volta para a tela de um cinema, achando que história fictícia pode ser real.
Você pode trocar de empresa para empresa, achando que o problema esta no local onde está. Mas, na verdade está em sua não consciência do que realmente lhe faz feliz! O ser humano tem por costume, projetar o que é seu. Jogar a culpa no mundo! Toda casa/empresa, tem momentos bons e ruins. Assim, como toda casa tem seu jardim florido ou não. Apenas, o endereço é que muda.
Espero, verdadeiramente que de alguma forma tenha tocado seu coração e despertado um momento de autoconsciência para seu sucesso e felicidade em sua carreira e vida.
E então, você quer ser um CEO? Se a resposta for sim, que ótimo! Então, siga em frente.
Agora, se for não! Quem sabe você queira ser o CEO de seu próprio negócio! Abra sua mente.
Grande abraço,
Juliana Starosky
#julianastarosky #staroskyconsultoria #executivesearch #starcareerhunting
Ajudo empresas e profissionais a se diferenciarem no mercado | Executive Search | STAR Career Hunter
www.staroskyconsultoria.com.br

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Casos de Sucesso - STAR Career Hunter Outubro 2017

O trabalho só chega ao final, quando você recebe a ligação de seu cliente e ele lhe diz:
"Juliana, consegui!"

A emoção surge, e você sente que seu trabalho esta completo.

Não existe solução mágica, existe trabalho e profissionalismo.

Invista em sua carreira, saiba mais em
www.staroskyconsultoria.com.br

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Análise do Filme "Mãe" com base no Relacionamento da Empresa X Gestão de Pessoas X Profissionais X Concorrência.




Confira a sinopse e trailer, antes de ler a análise:

Por Juliana Starosky

Olá Profissionais, 

Então, nesse final de semana depois de ver o trailer do filme: "Mãe", algo me motivou a entender do que se tratava. E, eu amei!

Resumo: O filme faz você refletir sobre vários aspectos que não cabem aqui, até porque não quero contar o filme, certo?! Mas, uma análise que pode ser feita é sobre o meio corporativo.

Vamos lá, minha análise do filme esta em: Relacionamento da Empresa X Gestão de Pessoas X Profissionais X Concorrência para sobreviver no mercado.

Como Javier Bardem (figura da empresa), Jennifer Lawrence (figura gestão de pessoas), Visitantes (figura dos funcionários) e Admiradores (figura da concorrência).

Bom, consegui ver Javier como uma empresa com seus valores e processos que luta por buscar a admiração por seus funcionários ganho de espaço no mercado de trabalho através de seus produtos e serviços. Mas, que se perde algumas vezes porque perde a concentração e não consegue inovar. Por algumas vezes, Javier (a empresa) recorre a busca de seu propósito, sua essência (produtos e serviços) de onde ela veio e para onde quer seguir - competição com concorrência, sem gerar conflito com o desejo de seus funcionários. 

Mas, como todo relacionamento humano é o maior desafio de todos nós porque envolve razão e emoção, e até você pode conferir como Javier tem alguns conflitos com Jennifer (gestão de pessoas). Jennifer como sendo a figura da mãe (gestão de pessoas), tenta sempre manter o ambiente seguro e organizado, para que todos se sintam bem e felizes. Calma, estou falando de uma área de Gestão de Pessoas idealizada, e que sabemos que existem sim em algumas empresas.

Vamos lá, levando em consideração uma Jennifer “suficientemente boa – mãe zeladora e apaixonada por seus filhos”, uma área de Gestão de Pessoas que se preocupa com Gente!

Esse modelo de Jennifer se preocupa com esse valor, pois sabe que é o local onde os talentos passam maios parte do tempo de suas vidas e até ela fala “quero um lar agradável porque passamos a maior parte de nossas vidas aqui”.

Quando isso ocorre, pode surgir engajamento e mais performance de seus talentos. E, não é o que vemos em empresas inovadoras, onde se podem levar os filhos, você pode jogar, fazer esportes, cachorros, etc? Porém, lá vem Javier (empresa) e os Visitantes (Funcionários) com seus desejos inconscientes ou não, que podem gerar um estado agradável quando esses funcionários são comunicados da mesma forma entre Javier (empresa) e Jennifer (gestão de pessoas), ou então um tornado acontece quando não há comunicação e o conflito ocorre, porque os desejos são colocados acima dos valores e ética. Você pode conferir diversos momentos onde o caos ocorre e Jennifer (gestão de pessoas) tenta apagar o fogo e arrumar a bagunça, sozinha.  

E, se não bastasse Jennifer ainda tem que lidar com o inesperado – os Admiradores que invadem o seu espaço e destroem tudo o que ela havia construído. Para essa “mãe suficientemente boa” não há controle e ela tenta se isolar para não cair no caos completo. E o que Javier faz? Diz que precisa olhar para os outros – e esquece de olhar para o mais importante: para seus próprios talentos.

E não é isso o que ocorre? Não é o que todo Ser Humano tem como sensação? De que sempre está insatisfeito e que algo falta? Coloca no outro a responsabilidade de sua felicidade e plena realização? Isso, esta totalmente errado!

Javier luta diariamente com sua vaidade de conseguir se manter no mercado de trabalho porque a concorrência (admiradores) lhe exige isso, apenas respondendo: “Esse sou eu! ” Quando ela pergunta “Mas, quem é você? ”. As empresas precisam tomar cuidado para não cair na Síndrome de Gabriela “eu nasci assim ...” E abrir a mente para inovar com PESSOAS para se manter ativo no mercado de trabalho, e quem pode ajudar mais com pessoas do que o próprio RH? Mas, um RH que AME gente, que tenha TOTAL habilidade em avaliar comportamento humano, entender o SER HUMANO e ter condições financeiras para contratar, treinar, desenvolver e reter talentos que podem agregar valor para o seu negócio. O RH exerce o papel da “mãe suficientemente boa” que não coloca no colo, mas acolhe o funcionário desde o momento de sua contratação. Quantos profissionais, reclamam que não recebem feedback ou que não tem liberdade no RH para se abrir quando há danos morais de um gestor ou demais assuntos. E, porque será? Eu sei, porque o RH esta focado em trabalho operacional e não estratégico – focado na gestão de pessoas.

Como é natural de todo Ser Humano, todos nós, queremos algo que muitas vezes desconhecemos, porque falta autoconhecimento ou porque o meio externo não proporciona, não porque o Javier (empresa) não queira, mas porque são o mundo dos negócios, então você luta ou morre.

Cabe, ao profissional buscar estar sempre no controle de sua carreira e se planejar já ao sair da faculdade até o momento de sua aposentadoria ou quando tiver XX anos, o que irá fazer?

Lembro de algumas vezes sobre o ato de "pertencer", quando ao me apresentar a um profissional ele responde instantaneamente: "Juliana, sou X da empresa X" e quando não há a empresa por trás dele, há uma simbologia de "falta de identidade" como se o profissional só vestisse a camisa da empresa e não soubesse quem é ele próprio. Até mesmo, quando é desligado da empresa vive um "luto" como se ele não fosse importante ou necessário para outra empresa. Calma, isso é mais comum do que imagina. Se, você conhecer alguém que não se sinta assim, me apresente, ok!

Javier (empresa) pode ser um idealista querendo o sucesso a todo custo, e deixando Jennifer (gestão de pessoas) com sensação de abandono. Mas, um depende do outro para sobreviver e só terão sucesso (felicidade) quando se comunicarem de forma efetiva e clara. O que em alguns casos, não corre. 

O papel da empresa é conhecer seus valores e trazer para seu interior profissionais que refletem dos mesmos valores. E, cabe aos talentos conduzir sua carreira, apenas comunicando a empresa qual o caminho que esta seguindo e se a empresa pode acompanhar ou não. 

A concorrência sempre irá existir, afinal você como empresa só irá inovar quando alguém (concorrente) bater à sua porta e fazer com que você inove seus produtos e serviços para sobreviver no mercado tão competitivo, como é dos negócios.

Mas, o que é mais preocupante é quando o assunto são pessoas. É quase impossível deixar com que uma máquina ou processo que não envolva outra pessoa para avaliar Talentos Humanos. E mais, é totalmente necessário que você como empresa tenha total consciência dos valores dos profissionais que contrata para o seu negócio. Não é o CV do profissional que irá performar em sua empresa, e sim a atitude, valores e inteligência emocional do talento. O restante são consequências. Quantos casos, conhecemos de profissionais com CV fantástico que não saem da zona de conforto porque é cômodo, ou porque não precisam. E, em outros casos, talentos que são como "leões" caçando a sua presa atrás do conhecimento e resultado em seu trabalho, são flexíveis, se adaptam fácil, gostam de gente e querem colocar a mão na massa para aprender e crescer. 

Colar no sucesso de alguém, como vocês podem avaliar no filme "pessoas que aparecem nas cenas" são o caos para o negócio. 

Poderia escrever mais, mas vou parar por aqui e adoraria ouvir sua opinião e como pode avaliar dentro do meio corporativo o filme, para quem pode assistir. 

Gente, é fantástico como podemos utilizar um filme e através dele extrair uma análise do "se olhar no espelho". 

Recomendo! 

Grande abraço, 

Juliana Starosky 

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Seu comportamento determina seu destino - Caso 01


Olá Profissional,

Já parou para pensar que, o seu sucesso depende de seu comportamento, é você quem escolhe estar onde deseja, ou ser fruto de seus autosabotadores.

Abaixo esta um pouco da breve história de uma pessoa muito famosa no mundo da moda, leia e depois conheça de quem se trata.

Abs. Juliana Starosky


---------------------------------------------

Filha de mãe solteira, uma lavadeira,  nasceu em um hospital de caridade. 

Seu pai,  era um vendedor de rua, que comercializava roupas de trabalho e roupas íntimas, viajando para diferentes cidades, enquanto a família ficava em alojamentos.  

Com os pais ausentes, o sobrenome dela foi digitado incorretamente, provavelmente devido a um erro nos documentos.

Após um tempo, seus pais tiveram mais cinco filhos. 

Quando tinha doze anos, sua mãe morreu de bronquite aos trinta e um anos.

O pai a colocou em um orfanato.

Aos dezoito anos, decidiu morar em uma pensão reservada para meninas católicas. 

Um tempo depois deixa o orfanato, sendo transferida para uma pensão para moças, mantido por religiosas católicas.

Lá se aperfeiçoa como costureira e assim começa sua trajetória de sucesso. 

Esta é a história de sucesso e ressifignicação de vida e carreira de: 

✪ Coco Chanel ✪

"Não importa o lugar de onde você vem. O que importa é quem você é! E quem você é? Você sabe?" Coco Chanel

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Hunting e seus desafios


Olá profissional de Recrutamento & Seleção,

Quantas vezes você ficou em saia justa, não é? Lembro que uma vez, um cliente comentou que foi abordar a concorrência e o Executivo ligou para o CEO da empresa que na hora passou a mão no telefone, e ligou para o CEO do cliente, reclamando o porque  que seu executivo estava sendo assediado. E a bola, ficou o RH para resolver o problema. 

Algo muito normal, para nós que atuamos no mercado de Executive Search, que temos como a missão entender o cliente, mercados e ir à caça. Mas, é um grande desafio porque precisamos cuidar e preservar o profissional, empresa para quem tenhamos ética e confidencialidade no processo como um todo. 

E, além de ser para ontem a busca do profissional, nem todos estão no LinkedIn e você não tem tempo para esperar, então o Hunting é ponto principal para se ter um mapeamento adequado e amostragem de mercado com maior precisão. Vamos lá, hunting não é olhar apenas no LinkedIn certo? 

O hunting é muito mais complexo e estruturado do que isso. 

Grande abraço, 

Juliana Starosky 
www.staroskyconsultoria.com.br 

Atenção

As informações contidas ou mencionadas neste blog são originadas de várias fontes e podem não estar precisas, completas, atualizadas ou sem erros. Este blog foi concebido como um serviço para seus visitantes e as informações são apresentadas “NO ESTADO EM QUE SE ENCONTRAM”.Não serão permitidas alterações das idéias apresentadas no blog. Qualquer divulgação em outra mídia será necessária a aprovação do autor.