segunda-feira, 11 de setembro de 2017

A hora de demitir: os conselhos para um desligamento sem conflitos

Olá Amigos do Blog, compartilho com vocês, uma contribuição minha no Itaú Mulher Empreendedora, indicação de uma grande incentivadora do empreendedorismo da mulher, Ana Fontes. Espero que gostem, compartilhem e comentem. Grande abraço, Juliana Starosky
Publicado em: 05/09/2017
Crédito: Freepik
Quando se contrata um novo funcionário, é importante identificar se ele se enquadra no perfil da vaga e se tem as aptidões necessárias para o desempenho daquele cargo. “Costumo dizer que o candidato deve ter o conceito CHAVE – conhecimentos, habilidades, atitudes, valores e emoção (inteligência emocional), para realmente se encaixar com a empresa contratante”, comenta Juliana Starosky, Fundadora e Sócia Diretora na Starosky Consultoria de RH.
Outro passo importante é contratar apenas quem você pode demitir. Por isso, tenha consciência: caso contrate um amigo ou parente, logo na contratação deixe claro que no ambiente de trabalho ele é como qualquer outro profissional dentro da empresa, e que, não tendo performance, poderá ser avaliado pelo RH e até demitido, se necessário.
Mas mesmo que haja uma avaliação criteriosa e um processo de contratação cuidadoso, profissionais são, antes de tudo, seres humanos e, com o passar do tempo, pode ser que sua performance não tenda às necessidades da empresa. “Assumir que o profissional não é adequado à função, assim como reconhecer que talvez você, empreendedor, não tenha feito a escolha certa na contratação, são atos que geram um desgaste emocional, não é tarefa fácil”, explica Juliana.
E nem sempre a demissão se dá por justa causa. “É importante considerar que mesmo que o funcionário tenha um desempenho excelente, outras questões, como um problema financeiro ou reestruturação de áreas da empresa podem levar à readequação da equipe e ao corte”, conta Juliana.
Justa causa: sinalize que algo não vai bem
É importante que o profissional tenha consciência de suas funções e atribuições dentro da empresa, valores e código de ética e que a avaliação dele tem base no cumprimento disso. Caso ele descumpra, como chegar todos os dias atrasado, não ter um bom relacionamento com seus colegas de trabalho e clientes, entre outras situações, é papel do seu gestor chama-lo para comunicar sua falha e sugerir ferramentas para que ele possa melhorar. O feedback nunca pode ser em grupo, precisa sempre ser individual, jamais exponha seu funcionário.
Além disso, é fundamental que o profissional receba sinais de que não está cumprindo com o que se espera dele. “O ideal é que ele seja alertado, uma ou duas vezes, com uma carta de advertência que deverá assinar. Já na terceira vez ele precisa ter ciência de que será demitido. Mas, a demissão deve vir quando impacta no negócio e no relacionamento interno”.
Durante a demissão por justa causa, procure ser sincero, firme e claro. Caso o funcionário tenha tido um problema de comportamento e desvio de conduta, relembre-o da situação: “Você lembra do dia X, em que você teve um comportamento não esperado aqui na empresa?”. E então explique o ocorrido.
Uma conversa franca
Quando for demitir, coloque sempre as questões positivas do funcionário, tudo o que ele contribuiu para a empresa e deixe as portas abertas, caso a demissão não tenha sido por problema de comportamento, performance ou aderência à cultura da empresa. “Procure explicar a fase atual do negócio e o objetivo que se quer alcançar, e diga que naquele momento não há como mantê-lo na equipe, mas que se surgir uma nova oportunidade, ele será bem vindo. Você pode, ainda, redigir uma carta de recomendação, para que este profissional demitido leve para o mercado de trabalho, além de recomendá-lo no LinkedIn. Novamente, lembre-se de ressaltar os pontos positivos e a contribuição que ele teve para a empresa, até o momento presente. Oferecer modelos de CV, como dicas de como procurar oportunidades no mercado de trabalho, também ajudam a amenizar o processo e diminuir a sensação de “abandono”. A demissão é vivida pelo profissional como um processo de luto, até a fase da aceitação. É normal”, explica Juliana.
6 conselhos para você se sair bem nesta tarefa
1 - É necessário escolher o dia certo para a demissão, longe de datas festivas ou finais de semana. “Se possível, prefira a segunda-feira, porque o profissional poderá ter um tempo para se preparar, se organizar e seguir a semana no processo de apoio com o RH”, sugere Juliana.
2 - Planeje a demissão, converse com o RH ou busque orientação de um consultor ou advogado trabalhista.
3 - Respeite seu funcionário, se coloque no lugar dele ao demitir.
4- Converse reservadamente, não dê muitas voltas, seja acolhedor em sua comunicação. Procure falar primeiro dos pontos fortes do profissional e se puder surgira apoio de uma orientação de carreira. Depois, fale dos pontos a desenvolver, caso a demissão não tenha sido por situação econômica financeira da empresa.
5 - Não se sinta culpado ou frustrado. Tenha consciência de que você fez o seu melhor para o profissional e entenda que mantê-lo na equipe pode impactar no negócio a curto e médio prazo.
Manter uma boa relação com os funcionários, ser um bom líder e manter uma equipe alinhada são atitudes que podem ajudar a evitar demissões. Para conhecer boas estratégias para manter a harmonia na empresa, confira o post Como construir uma relação positiva entre empregado e empregador.
Fonte: https://imulherempreendedora.com.br/posts/gestao/a-hora-de-demitir-os-conselhos-para-um-desligamento-sem-conflitos

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Como construir sua marca profissional na maior ferramenta de Networking mundial


O STAR LinkedIn é um treinamento completo em que você aprenderá a dominar as técnicas e ferramentas necessárias para criação de campanhas de marketing profissional na mais importante ferramenta de Networking Profissional mundial.
No STAR LinkedIn você terá dicas de técnicas práticas da ferramenta e aprenderá como  construir uma imagem sólida no mercado de trabalho e dos negócios. Neste treinamento você aprenderá não apenas as técnicas utilizadas para a criação de um perfil de alto impacto, mas também, a construir uma rede de contatos eficiente para criação de novas oportunidades de trabalho e desenvolvimento profissional.
Neste treinamento você aprenderá desde os primeiros passos para criação da sua presença profissional no LinkedIn até o uso de ferramentas e técnicas avançadas para Networking e criação de oportunidades de negócios. Um treinamento indicado para profissionais e empresas que desejam dominar o marketing no LinkedIn.

O projeto é customizado para profissionais e empresas, confira o conteúdo programático:
Fundamentos do LinkedIn
  • O que é e como funciona o LinkedIn
  • Opções de desenvolvimento profissional
  • O LinkedIn e outras mídias sociais
  • LinkedIn versus Currículo
  • Ser Premium ou Não 
Criação do Perfil Profissional
  • Criação da conta no LinkedIn, caso não possua
  • Alterações a serem feitas em seu perfil
  • O processo de escolha da palavra-chave para o perfil
  • Como acrescentar sua carreira e destacar a Experiência Profissional
  • A importância da foto do perfil
  • Criação do Resumo do perfil no LinkedIn

Complementos do Perfil
  • Os campos complementares que fazem a diferença
  • Preenchimento do elemento Formação Acadêmica
  • Preenchimento do elemento Cursos
  • Criação das Competências e Especialidades
  • Publicações, Projetos e Idiomas
  • Prêmios, Certificações e Organizações
  • Como conceder recomendações e aceitar recomendações concedidas
  • Identificando-se com Causas e Trabalhos Voluntários
  • Configurações de privacidade
  • Como customizar sua url
  • Configurações da área de contato

Procurando Emprego no LinkedIn
  • Como fazer pesquisas por emprego
  • Ferramentas do LinkedIn para busca por empregos
  • Criando conexões com empresas
  • Como prospectar negócios e empregos nos Grupos

Como Construir Networking eficaz de qualidade e não quantidade
  • Como construir um mapeamento de mercado para sua carreira ou negócio
  • Que pessoas você deve seguir e se conectar
  • Organização da sua lista de contatos
  • Como fazer novas conexões de seu interesse
  • Como se conectar com seus contatos de e-mail
  • Como abordar seus contatos existentes e novos

Manutenção da Rede de Contatos
  • Regras de etiqueta no LinkedIn
  • Como engajar e fazer um Marketing Profissional eficaz
  • Rotina para alimentar seu networking
  • Usando os Grupos como ferramenta empresarial
  • Regras de conduta em Grupos
  • Criação e gestão de Grupos
  • Como exportar seus contatos
  • Criação de página da empresa e divulgar seu negócio

terça-feira, 8 de agosto de 2017


"O sucesso é mais difícil de trabalhar, porque há inconscientemente uma necessidade neurótica de mantê-lo" Augusto Cury

Pense: Talvez esse seja o motivo de sua autosabotagem?

Com base, no que o Dr. Augusto Cury - psiquiatra, o sucesso é o mais difícil de se trabalhar, até porque é uma conquista muito solitária. O fracasso, pode ser inicialmente, mas você tem mais pessoas ao seu redor  e não tão solitário. E, por isso, surge muita autosabotagem. Leia o livro "O Demônio do Meio Dia" - um executivo que estuda a depressão, por ganho - ele foi promovido na empresa e teve depressão. Passou então, a estudar e descobrir a causa. Em resumo, uma autosabotagem, um sentimento de não merecedor da promoção recebida. Então, faz sentido o que o Dr. Augusto Cury quer dizer em sua colocação.


Reflexão aos Diretores de Recursos Humanos.



"Diretores de Recursos Humanos, por não conhecer mais a fundo a forma do funcionamento e comportamento humano. Acabam colocando profissionais, pela leitura de um Currículo a produzir de forma padronizada. O que não é real, porque cada profissional apesar de ter formação na área X, tem um funcionamento diferente dos demais." Augusto Cury.
Reflexão: Perfeito, cada ser humano é único e deve ser avaliado e desenvolvido como único. Cada profissional tem sua história de vida, é um ser Bio Psico Social que tem enraizado em si, cabe um olhar mais especializado sobre as pessoas para se ter sucesso na gestão de talentos. E, menos automatizado. Vejo isso, nos processos de recrutamento e seleção que deixou de ter foco na avaliação detalhada de pessoas, hoje são ferramentas, avaliando pessoas. E mesmo, na era da Gestão do Conhecimento, onde a Tecnologia da Informação tenta descobrir o funcionamento do cérebro humano, não conseguiu chegar em nossa complexidade. É necessário desligar o piloto automático e respirar, só assim vamos ter pessoas mais felizes e engajadas em suas carreiras. Uma empresa que não se preocupa com o lado humano, pode correr o risco de manter uma cultura "emocionalmente doente".

STAR Career Hunter


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